Perspectivas
Sou Educadora de infância, partilho todos os dias conhecimento e aprendizagem com 25 “gênios em potência”, como referiam no filme “La Educacion Prohibida”, crianças curiosas, criativas, com uma mente aberta e dotadas de uma imaginação e criatividade sem limites. Trazem conhecimento e vivências de casa, que cabe a nós valorizar, dialogar, sem mostrar autoridade e sim companheirismo e valorização ”como posso dialogar, se alieno a ignorância, isto é, se a vejo sempre no outro, nunca em mim?” (Freire, 1967, p.67). Ao professor compete transmitir conhecimento, e questionar sobre estes, adequar e integrar tecnologia e criatividade dando autonomia ao aluno. (pedagogia emancipatória).
Sou Educadora de infância, partilho todos os dias conhecimento e aprendizagem com 25 “gênios em potência”, como referiam no filme “La Educacion Prohibida”, crianças curiosas, criativas, com uma mente aberta e dotadas de uma imaginação e criatividade sem limites. Trazem conhecimento e vivências de casa, que cabe a nós valorizar, dialogar, sem mostrar autoridade e sim companheirismo e valorização ”como posso dialogar, se alieno a ignorância, isto é, se a vejo sempre no outro, nunca em mim?” (Freire, 1967, p.67). Ao professor compete transmitir conhecimento, e questionar sobre estes, adequar e integrar tecnologia e criatividade dando autonomia ao aluno. (pedagogia emancipatória).
Para
que haja uma mudança no sistema educacional e à luz da pedagogia de
socialização, é necessário que haja uma mudança de estratégia educativa com as
famílias, dando acesso a todas as crianças a uma educação de igualdade,
conforme estabelecido pela Convenção dos direitos da criança. Artigos 28 e
29- Os Estados Partes devem reconhecer "...
o direito da criança à educação..." (a fim de) "promover o
desenvolvimento da personalidade da criança, dos dons e aptidões mentais e
físicas..." A relação da família/escola e escola/família é urgente,
enquanto as crianças estão na creche ou pré-escolar, a relação tende a ser mais
próxima, do que no 1ª, 2º, 3º ciclos ou secundário. E porque não se perpétua
essa relação?
Numa pedagogia de colaboração
constatamos que esta favorece a construção do conhecimento, entre
professor/aluno, através de projetos, a prática torna-se crítica e reflexiva. A
forma de ensinar como o próprio nome indica é colaborativa. Para que exista a prática colaborativa, temos de
ter presente que “A interação da pessoa com o
ambiente é caracterizada pela reciprocidade. A pessoa em desenvolvimento
molda-se, muda e recria o meio no qual se encontra. O ambiente também exerce
influência no desenvolvimento da pessoa, sendo este um processo de mútua
interação.” Bronfenbrenner,U. (1996, n.d.).
Que pedagogias a adotar para um sistema educativo de
sonho, que permita o pleno desenvolvimento das competências dos cidadãos no
século XXI? Um complemento de cada uma, do melhor que cada pedagogia tem, onde
cada interveniente, possa sentir-se seguro e livre para aprender. Visando as
evoluções constantes da tecnologia e do mundo, não esquecendo a individualidade
e os contextos, culturais, ambientais e familiares de cada um. Uma pedagogia do ser, dar, receber e
partilhar.
Bronfenbrenner, U. (1996). A ecologia do desenvolvimento humano: experimentos naturais e planejados. Porto Alegre: Artmed.
FREIRE, P. (1967). Educação como Prática da Liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
Unicef (1990). A convenção sobre os direitos da criança. Lisboa: Portugal.
Bronfenbrenner, U. (1996). A ecologia do desenvolvimento humano: experimentos naturais e planejados. Porto Alegre: Artmed.
FREIRE, P. (1967). Educação como Prática da Liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
Unicef (1990). A convenção sobre os direitos da criança. Lisboa: Portugal.
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